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"Na minha vida quero paz e felicidade"

Paulo Borges, what do you “Wuant” from life?
Na minha vida quero paz e felicidade, acima de tudo. Para mim e para toda a gente. E estar bem, de bem com a família e os amigos e com saúde.

Tens uma canção, qualquer um faz, que foi mais vista do que muitos discos comerciais. Estavas à espera disso?
Não! São cerca de 10 milhões de visualizações. Mas começou tudo com uma brincadeira, fiz aquilo numa tarde, mostrei aos meus amigos e disse-lhes que estava com a ideia de fazer um clip fixe à volta do tema.

É fácil gerir a fama e também alguma falta de privacidade?
Por vezes incomoda um pouco, sobretudo quando estou com a Owhana, sentados num banco, aos beijinhos, e somos interrompidos. Às vezes quase nos separam para pedir uma foto ou um autógrafo [risos]. Sei que as pessoas não fazem por mal, mas já pedi várias vezes para que a aproximação seja diferente quando estou com a família ou a namorada. Eu percebo que eles vejam em mim um amigo e eu agradeço-lhes por isso, pois é graças a eles que eu tenho a oportunidade de fazer o que gosto.

Foste um dos ocupantes da "Casa dos Youtubers". Como nasceu essa ideia e porque se desfez?
A ideia surgiu de uma conversa com outros youtubers e acabámos por ser sete elementos a residir na casa. Mas sete homens numa casa, claro que não iria dar certo durante muito tempo: muitos egos e muitas personalidades misturadas e até alguma competição… No entanto, todos nós acreditamos que a experiência nos deu um grande impulso a nível de reconhecimento e foi muito positivo para a nossa aprendizagem profissional. Depois, por variadas razões, cada um seguiu a sua vida.

Os Youtubers devem ter controlo parental?
Bem, a plataforma já tem uma opção para o controlo parental, que é um Youtube completamente diferente só para crianças, em que os pais podem definir o que eles veem. Fazer isso aos youtubers é pôr um limite à sua criatividade e à sua liberdade de expressão. Os pais é que têm de estar atentos ao que os filhos vão ver. Por isso, a resposta é não.

Como geres o tempo para estar com a família, amigos, namorada, fazer os vídeos?...
Não giro [risos]. É o que dá! Já devo ter uns cabelos brancos no meio de tudo isto, porque é stressante.

O primeiro livro foi Wuant - O Início (Manuscrito). Para quando o próximo?
Estou a tentar, mas não tenho tido tempo. Não quero pedir a uma editora para me escrever um livro, porque isso não seria correto; quero algo escrito por mim, porque é disso que o pessoal está à espera. Talvez em janeiro ou fevereiro do próximo ano.

O casamento com a Owhana está para breve?
Não sei. O casamento, para mim, é só um papel e muitas vezes esse papel acaba por dar muitos problemas. Então, prefiro manter como estamos, até porque já vivemos juntos. E a Owhana pensa da mesma forma, já falámos várias vezes sobre o assunto.

Pratos que mais gostas?
Antes só gostava de carne e de junk food. No entanto, ao namorar com a Owhana, aprendi a comer mais saudável. Mas como de tudo, exceto lulas e caracóis. E estou a preparar-me para voltar a ser vegetariano.

Como se faz fortuna a ser youtuber? É certo que faturas cerca de 1 milhão de euros por ano?
Quem me dera! Mas o cálculo é feito pelo site SocialBlade e isso era se eu estivesse nos EUA, a fazer vídeos em inglês. Mas o dinheiro vem, maioritariamente, dos anúncios que aparecem nos vídeos do meu canal e do investimento das marcas que querem fazer campanhas comigo.

Como foi participar na campanha de Regresso às Aulas do Continente?
Foi muito fixe! Esta foi uma campanha com que me identifiquei, claro! Andei na escola, fiz as compras do material escolar com a minha mãe e ficava muito feliz com isso. Fez-me regressar à infância! E ver que as minhas escolhas agradaram ao pessoal também foi fixe.

O que não pode faltar no teu frigorífico e despensa?
Bebidas energéticas, bifes, sumos, cervejas, bolachas, cereais.

Um segredo para o teu equilíbro?
Refletir muito. Estou constantemente a pensar se o que estou a fazer está de acordo com aquilo que sinto.

Uma viagem para fazer a dois?
Grécia. Queríamos muito ir a Santorini.

 

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