Passadiços do Paiva | Chef Continente
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Passadiços do Paiva

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Um passeio diferente pela natureza

Os Passadi ços do Paiva estão nomeados para os World Travel Awards , na categoria Europe's Leading Tourism Development Project 2016. Vá a www.worldtravel awards .com e dê o seu voto!

Localizados  na margem esquerda do rio Paiva, no concelho de Arouca, os Passadiços do Paiva, reabertos em fevereiro passado após um incêndio que destruiu parte da sua estrutura, constituem a forma ideal (e original) de descobrir, a pé, paisagens de beleza ímpar e praticamente intocadas da região.
Este corredor de madeira que se estende ao longo de 8,7 quilómetros, ora em abruptas escadarias, ora em desníveis mais ou menos acentuados, fez de Arouca um destino muito apelativo para os amantes das caminhadas e percorre uma rota sempre rodeada de belas paisagens, num autêntico santuário natural, junto a descidas de águas bravas, cristais de quartzo e espécies em vias de extinção na Europa.
Classificado com um nível de dificuldade alto, o percurso, que pode ser feito ao longo de todo o ano e é do tipo desportivo, cultural, ambiental e paisagístico, tem uma duração média de duas horas e meia – ou mais, ou menos, consoante o ritmo de cada um e as paragens que se vão fazendo para respirar o ar puro envolvente e para reter na memória paisagens que refletem a natureza em estado puro.
A partida pode fazer-se na praia fluvial do Areinho em direção à praia fluvial de Espiunca (é uma caminhada menos exigente a nível físico) ou então inversamente. Convém relembrar que, sendo um percurso linear, há que ir... e voltar, num total de mais de 17 quilómetros. Para contornar essa dificuldade, o ideal é ir em grupo e deixar um carro em cada um dos extremos. Outra hipótese,
é combinar com um dos táxis existentes nos locais para fazer a viagem de regresso.

Com o rio sempre a correr ao lado, ao longo dos mais de oito quilómetros dos Passadiços do Paiva atravessa-se uma ponte suspensa muito ao estilo Indiana Jones (cuja passagem não é obrigatória para completar o percurso) e faz-se uma autêntica viagem no tempo com mais de 500 milhões de anos ao passar por cinco geossítios dos 41 existentes neste território que é um dos mais ricos do Arouca Geopark: a garganta do Paiva, a magnífica cascata das Aguieiras, a praia fluvial do Vau, onde é possível refrescar-se com um mergulho, o rápido da Gola do Salto e a Falha de Espiunca.
A fauna e flora existentes são outro polo de atração ao longo deste passeio, já que as águas límpidas do rio Paiva permitem que no seu leito e margens surjam várias espécies de animais e plantas raras. Melros d'água, guarda-rios, libélulas e borboletas de espécies raras, salamandras, lagartos-de-água, toupeiras-de-água e lontras (estas últimas indicadoras da integridade deste ecossistema aquático) são companheiros de viagem. Quanto à flora, o espaço é rico em amieiros, freixos, salgueiros, medronheiros e fetos, entre outros.
Para fazer este passeio, convém relembrar que a afluência está limitada a 3 500 visitantes diários e que a entrada pode ser comprada online , em www.passadicosdopaiva.pt, pelo preço de €1.


Pode ver também

Para além dos Passadiços do Paiva, a região é rica noutras atrações que pode e deve visitar. A saber:

Cascata da Frecha da Mizarela
Localiza-se em pleno rochedo granítico do planalto da serra da Freita e é alimentada pelas águas do rio Caima. Imponente, tem uma altura que ronda os 75 metros, sendo uma das mais altas da Europa, fora da Escandinávia e dos Alpes. Próximo existe um miradouro que permite contemplar esta queda de água em toda a sua beleza natural.

Pedras parideiras
Este fenómeno geológico é raríssimo no mundo. Trata-se de um afloramento granítico de cor clara que tem incrustados pequenos nódulos negros, de forma biconvexa, os quais, por efeito da erosão, se soltam da pedra-mãe, parecendo “nascer” dela. Este "milagre" da natureza acontece na aldeia da Castanheira, no planalto da serra da Freita.

Centro de Investigação e Interpretação Geológica de Canelas
Este museu é conhecido internacionalmente pela recolha, inventariação e exposição das maiores trilobites de mundo. Visite o CIGC e faça uma viagem às origens da vida, observe os fósseis dos primeiros animais que existiram no nosso planeta há cerca de 465 milhões de anos.

Moradas

Dormir
Hotel Rural Quinta de Novais
Novais, Santa Eulália, Arouca
Tel.: 256 940 100

Casa do Paúl
Lugar de Espiunca, Arouca
Tel.: 938 336 017

Comer

Restaurante Parlamento
Travessa da Ribeira, 2, Arouca
Tel.: 256 949 604

Casa dos Bifes Caetano
Albisqueiros, Alvarenga, Arouca
Tel.: 256 955 15

Mais destinos