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Destinos

Aldeia de Mata Pequena

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Alugar uma aldeia às portas de Lisboa.

Aligação de Diogo Batalha ao concelho de Mafra tem raízes no passado,
pois era este o seu destino de férias em casa de familiares.
Quando casou, ele e a mulher, Ana Partidário, quiseram fugir de Lisboa, onde trabalhavam, e começaram a procurar onde morar por aqueles lados. Queriam, sobretudo, tranquilidade e encontraram-na na Aldeia da Mata Pequena, um pequeno povoado rural secular que tinha mantido a sua traça original ao longo do tempo. Intocada e com as casas em ruínas, a aldeia ainda contava, no entanto, com alguns residentes, que os acolheram de braços abertos e que foram de uma ajuda preciosa quando Diogo e Ana conseguiram concretizar um sonho antigo, anos mais tarde.


Em 1998, compraram aquela que viria a ser a sua casa, um ano depois deram início às obras de reabilitação da mesma e, em 2001, mudavam de ares, deixando a capital, e não tardava iriam mudar de vida.


Ao longo de três anos a residir na Aldeia da Mata Pequena, Diogo e Ana foram-se rendendo cada vez mais ao fascínio do povoado, de tal forma que adquiriram mais seis casas, reabilitaram-nas
com todo o rigor possível (e aqui as memórias dos anciãos ali residentes foram inestimáveis, pois lembravam-se de todos os pormenores de todas as habitações, das cores das paredes à disposição dos móveis) e, em 2006, estavam a receber os seus primeiros hóspedes. Estava cumprido o sonho. Mas não acabado. Porque, com o correr do tempo, mais casas foram sendo adquiridas e reabilitadas e hoje são já 14 as habitações disponíveis (três das quais de outros proprietários que se juntaram ao casal neste projeto), para quem deseje passar umas férias em plena comunhão com a natureza.

As "casinhas", como Diogo Batalha se refere com carinho e orgulho aos sete T1, três T2, dois T3 e um T3 com piscina e um T4 recentemente inaugurado, estão completamente equipadas, são simples, rústicas e extraordinariamente funcionais e acolhedoras. Para a decoração, Diogo diz que ele e Ana se limitaram a ir atrás das dicas que as próprias casas lhes davam e das indicações que os anciãos vizinhos também lhes deram. O resultado é de uma harmonia perfeita e de uma recriação primorosa.

Porque o rigor não existe só quando se vê a aldeia de fora, com a sua traça original reabilitada.
O rigor está também quando se passa da porta para dentro das casas, porque, por exemplo, as cozinhas têm os fornos, as salgadeiras, as pias do azeite, as talhas da água, os quartos têm as camas de ferro antigas… Todos estes elementos estão nos sítios originais.

Mais de uma década depois de a Aldeia da Mata Pequena ter aberto as suas portas ao público, muitos são os hóspedes, portugueses e estrangeiros, que fazem dela a "sua" aldeia, regressando ano após ano (alguns várias vezes por ano) para umas férias nas encantadoras casinhas que se aninham entre os deslumbrantes montes e vales da região saloia, pontuados por cascatas, trilhos, azenhas, moinhos e fontes, onde impera o silêncio e a serenidade. E a elevada taxa de repetência entre os hóspedes – muitos já amigos – de Diogo e Ana também se explica porque ambos são verdadeiramente apaixonados por aquilo que fazem e pelo local onde estão.

Se ainda não planeou onde passar o Natal ou a passagem de ano, combine com a família e amigos
e rume até à Aldeia da Mata Pequena. Para umas festas diferentes, com sabor campestre e garantidamente tranquilas. O Diogo e a Ana estarão lá para o receber com toda a simpatia.

ONDE COMER
Cabana do peixe. Desde pequena que o gosto pela área da restauração corre nas veias de
Joana Fernandes. Começou por ajudar os pais nos restaurantes e churrasqueiras que tinham, decidiu depois formar-se na área da restauração e após dez anos a trabalhar numa churrasqueira, achou que era chegado o momento de concretizar o seu sonho de sempre: abrir o seu próprio restaurante. Nascia o espaço que hoje se chama Cabana do Peixe (começou por ser Casa do Peixe). Joana apostou num restaurante com um conceito de monoproduto, pois, segundo ela, só desta forma se consegue manter a frescura e a qualidade que o peixe requer. A Cabana do Peixe tem uma decoração rústica e acolhedora, com pormenores que chamam a atenção. Ao leme da cozinha, a chef Carla não deixa os seus créditos por mãos alheias e o peixe chega às mesas preparado de formas deliciosas, sobretudo as especialidades: peixe grelhado, cataplanas e sopa de peixe. O serviço é simpático e eficiente. Aberto de terça a sábado, ao almoço e jantar.

INFORMAÇÕES

ALDEIA DA MATA PEQUENA
Rua S. Francisco de Assis, Igreja Nova, Mafra
Tel.: 219 270 908 | 935 141 909
Mail: diogobatalha@aldeiadamatapequena.com
Site: www.aldeiadamatapequena.com

CABANA DO PEIXE
Avenida 9 Julho, 4, Loja 18, Venda do Pinheiro
Tel.: 219 661 420 | 925 503 715

Na cabana do peixe as especialidades são o peixe grelhado, as cataplanas e a sopa de peixe. Experimente e delicie-se!

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