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Os vinhos mais caros são sempre os melhores?

| Comer, Beber e Lazer

25-10-2017 18:10

Quantas vezes precisamos de comprar um vinho para um momento que queremos ou que julgamos ser especial e o primeiro fator de distinção que encontramos para este patamar é o preço elevado? Pelo menos que seja mais caro do que aquele que habitualmente bebemos e que nos dá tanto prazer, mas que na hora de se tentar brilhar e de partilhar um vinho o escondemos em jeito envergonhado e o substituimos por outro apenas pelo seu valor monetário. Será que o vinho mais caro é sempre melhor que outros de baixo preço?

Todos nós já ouvimos alguém a gabar-se de ter bebido um vinho do qual não se recorda do nome, mas que custou 100€, 200€ ou mais. É assim não só com o vinho, mas com praticamente todos os produtos. Os mais caros são os mais apetecíveis, mas, como muitas vezes se constata, nem sempre são melhores.

A esta questão que continua e continuará a ser uma espécie de grande Elefante Branco eu respondo: nem sempre será o melhor e muitas vezes sem dúvida que o será.

O enófilo mais esclarecido e, muito importante, com dinheiro na carteira, gosta de impressionar família e amigos com vinhos carissimos, certamente os melhores para si em relação a outros mais baratos, mas que depois desiludem os outros e até deixam aquela sensação de "ainda bem que nunca comprei um vinho deste preço".

Por outro lado, um vinho mais caro pode ter a sua razão de ser numa série de fatores que não necessariamente a sua qualidade. A garrafa, o rótulo, a rolha, o gargalo, com caixa ou sem caixa, e por aí fora.

E claro que há o vinho mais caro e de qualidade superior e não só aquele que melhor nos sabe.

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