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Vinho a copo: vulgarização ou democratização do vinho?

| Comer, Beber e Lazer

24-02-2017 11:02

O Vinho a Copo é cada vez mais uma realidade pelo que não será estranho que se torne habitual a coexistência das habituais cartas de vinho à garrafa e cartas de vinho a copo que começam cada vez mais a marcar o seu lugar. Partindo de bases sólidas, e com a formação adequada, será possível encontrar à nossa disposição uma oferta de qualidade que nos permita pensar numa vulgarização desta prática no futuro e na consequente maior democratização do vinho fora de casa. Pedir vinho a copo como hoje se pede, por exemplo, uma imperial. Com facilidade, a preços acessíveis, à temperatura certa e no copo adequado.

Vamos então falar de vinho a copo. Atenção! Não confundir com o vulgar copo de três que, apesar de também ser vinho a copo, está longe de se aproximar do conceito de vinho a copo atual. Podemos, no entanto, pensar que se trata de uma ideia reaproveitada, polida e modernizada desta, caminhando, embora a passos lentos, para uma verdadeira vulgarização e democratização do vinho com qualidade fora de casa.

A solução de vinho a copo pode, de facto, encaminhar para uma vulgarização do vinho no bom sentido. Principalmente porque nos fará ver o seu consumo como possível a qualquer momento, numa esplanada, numa piscina, num restaurante, à mesa e fora dela. O trocar de hábitos ou alargar os atuais, alternando entre o copo de cerveja fresca com um pires de tremoço e um copo de branco de perfil leve e fresco com o mesmo petisco.

Com o consequente alargar de mercado junto do consumidor também haverá uma maior democratização do consumo do mesmo. Melhores preços, qualidade superior e serviço adequado permitirão que esta maior abrangência seja possível. Uma coisa ajuda na outra. De mão dada. O vinho a copo caminha neste sentido e basta ir acompanhando com uns sonoros tchim, tchim de vinho a copo.

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